reserva financeira

7 dicas para aplicar na sua rotina e manter uma reserva financeira

A reserva financeira é algo indispensável para quem deseja ter uma vida tranquila, mesmo em situações de crise. Isso porque garante que você e seus familiares não passarão necessidades enquanto o período difícil durar. Dessa forma, é possível pensar em soluções para o seu problema com mais sensatez, evitando decisões por impulso que só pioram a situação.

De acordo com dados da Valor Investe, apenas 1 em cada 10 brasileiros consegue guardar dinheiro todos os meses. Esse cenário é bem preocupante, uma vez que a reserva financeira auxilia tanto em casos de emergência quanto em situações que proporcionam mais bem-estar e conforto à família.

Se você faz parte do grupo de pessoas que têm dificuldades para guardar dinheiro, continue a leitura deste artigo até o final. Vamos mostrar dicas que podem ajudar a mudar seus hábitos financeiros. Confira!

1. Organize as contas por período

Antes de qualquer coisa, é preciso organizar os compromissos mensais. Dessa maneira, você consegue ter uma melhor noção do quanto precisará ter de renda para manter a sua qualidade de vida e montar a sua reserva de emergência.

Comece organizando as suas contas por período. Separe as fixas (aquelas que precisam ser pagas todos os meses, como água, luz, internet etc.) das que são variáveis (aquelas que têm um prazo para acabar, como parcelas de compras, financiamentos etc.).

Com base nesses dados, você terá uma visão mais ampla das suas finanças e, a partir disso, saberá para onde os seus recursos são direcionados.

2. Projete o seu orçamento

Projetar o seu orçamento é fundamental para montar uma reserva financeira sem prejudicar os seus compromissos mensais. Por meio dele, você terá fácil acesso a todas as suas receitas e gastos, que poderão ser consultados sempre que uma decisão precisar ser tomada.

Com esses dados em mãos, também ficará mais fácil identificar como a sua reserva será montada e, inclusive, mantida ao longo do tempo.

3. Quite as dívidas

Quitar suas dívidas é um passo muito importante para ter uma vida financeira saudável. Sendo assim, é hora de descobrir quem são seus credores e qual é o montante devido a eles para eliminar esse problema de uma vez por todas do seu orçamento.

Feito isso, você deverá analisar as suas receitas para verificar como essas dívidas podem ser quitadas. Nesse momento, também é importante reduzir os seus custos para agilizar e facilitar o pagamento das dívidas.

Na hora da negociação, você precisa usar de sinceridade com os seus credores e deixar claro quanto pode pagar por mês. Explique que esses valores não vão prejudicar o seu orçamento, fazendo com que você honre com o seu compromisso até o fim.

4. Estabeleça limites de consumo

Quitadas as dívidas, é preciso trabalhar para não contrair novas. Afinal, é muito fácil se empolgar durante as compras e gastar mais do que pode pagar. O cartão de crédito costuma passar essa sensação, tendo em vista que o limite disponível, geralmente, é maior que o total das suas receitas.

É claro que você não precisa deixar de ter momentos de lazer com a sua família. O importante é apenas definir limites. Por exemplo, se vocês vão fazer uma viagem de férias, estabeleça um valor máximo para gastar com alimentação, diversão, estadia e outros itens. Dessa forma, você não corre o risco de cometer erros financeiros que podem comprometer novamente o seu orçamento familiar.

5. Defina metas de economia

Uma maneira muito interessante de manter a sua reserva financeira é definir metas de economia. Dessa forma, é possível se organizar para não usar a quantia estipulada. A dica aqui é pensar na sua meta como se fosse uma conta que precisa ser paga todos os meses.

Assim, fica mais fácil manter o foco e não direcionar esse recurso para outros objetivos pessoais. O ideal é que a sua reserva financeira seja equivalente a 6 meses da sua receita total. Por exemplo, se a sua receita mensal é de R$ 3 mil, o recomendado é que a sua reserva seja de, no mínimo, R$ 18 mil.

No caso de profissionais autônomos, o ideal é que ela seja equivalente a um ano do total das suas receitas. Isso porque, em um cenário mais pessimista, você poderá pensar em estratégias mais eficazes para solucionar os problemas sem precisar encerrar suas atividades no mercado.

6. Estude investimentos

Quando o assunto é aplicar dinheiro, você precisa ter cautela. Isso porque o mundo dos investimentos é muito mais complexo do que se imagina. Logo, colocar seus recursos em opções que você não conhece gera uma situação de risco, uma vez que a rentabilidade da aplicação pode ser comprometida a qualquer momento.

Investir com pouco dinheiro é possível, no entanto, é preciso analisar quais alternativas serão mais atrativas. Leve em consideração todas as taxas cobradas, a liquidez da aplicação e, claro, a sua rentabilidade.

O importante é sempre estudar sobre os investimentos que pretende fazer, pois, dessa forma, você diminui os riscos de perda por simplesmente saber o que está fazendo.

7. Invista em educação financeira

Investir em conhecimento nunca é desperdício. Quando falamos em educação financeira, a busca por informação se faz ainda mais importante. Infelizmente, a grade escolar não inclui essa matéria para ensinar às crianças como administrar o próprio dinheiro. Com isso, aprendemos sozinhos que certos hábitos podem nos levar à falência — literalmente.

Mas nunca é tarde para aprender, certo? Pois bem, aproveite e separe uma quantia para investir na sua educação financeira. Você pode comprar livros ou até fazer cursos de profissionais que têm a expertise necessária para orientar suas decisões.

A educação financeira é importante não só para montar a sua reserva financeira, mas para mostrar a você que é possível conquistar seus sonhos com organização e foco. Assim, será possível entender quais são as suas prioridades e trabalhar para aumentar o seu patrimônio aos poucos, com total segurança.

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