gestão de finanças pessoais

Conheça as 6 melhores práticas de gestão de finanças pessoais

A gestão de finanças pessoais tem relação com o modo como cada pessoa administra seus gastos e recebimentos. Diante disso, evita dívidas e problemas que podem virar uma bola de neve, como a acumulação de juros devido ao uso incorreto dos cartões de crédito.

Além disso, a gestão financeira auxilia na análise, no planejamento e na organização de gastos. Dessa forma, ela é o equilíbrio perfeito entre o que se ganha e o que se gasta. Afinal, ninguém fica rico gastando mais do que recebe.

Confira algumas dicas sobre como fazer a sua gestão de finanças pessoais no texto a seguir!

Qual a diferença entre educação financeira e gestão financeira?

A princípio, vamos entender cada um desses conceitos. A educação financeira deve começar desde cedo. O hábito da mesada existe justamente para ensinar a criança como controlar os seus gastos. Muitas pessoas não têm essa prática em casa e, depois de adultas, acabam gastando mais do que devem, acumulando dívidas.

A gestão de finanças pessoais é a prática da educação financeira. Em outras palavras, por meio dela, você analisa, planeja e conhece melhor suas despesas e receitas. Dessa forma, no seu cotidiano, tem um maior controle de seus recursos e finanças, evitando dívidas e comprando o que é realmente necessário.

Portanto, a diferença principal entre a educação financeira e a gestão de finanças pessoais é que a primeira trata-se da teoria, já a segunda se refere à prática.

Atualmente, muitos bancos não procuram ensinar educação financeira a seus clientes, chegando a motivar práticas ruins, como o uso descuidado do cartão de crédito e do cheque especial. No entanto, muitas pessoas procuram controlar seus gastos, com planilhas do Excel ou aplicativos de celular.

O que fazer para ter uma gestão de finanças pessoais eficiente?

Atualmente, muitos aplicativos auxiliam na administração de recursos. Planilhas baixadas pela internet gratuitamente e planners também ajudam nessa gestão. No entanto, as dicas abaixo trazem outras ferramentas para melhorar a gestão de suas finanças pessoais. Confira!

1. Defina suas prioridades

Primeiramente, escreva seus gastos pessoais. Como muitas pessoas não têm esse controle, comece pelos seus custos fixos, ou seja, pelas prioridades mensais. Contas de luz, internet, gás, água e outros gastos essenciais, como supermercado, devem ser analisados. Se eles se repetem a cada mês e têm pouca variação, precisam aparecer na planilha.

Caso queira comprar algo fora do orçamento, como uma roupa nova, espere umas duas semanas. Dessa forma, você evita gastos por impulso e a compra de supérfluos. Se mesmo depois desse prazo, você ainda sentir necessidade de realizar a compra, vá em frente!

2. Aprenda a usar corretamente o cartão de crédito

Evite parcelar a fatura ou pagar somente o valor mínimo. Com o passar do tempo, os juros se acumulam e a sua dívida aumenta cada vez mais. Ao fim do período, você deverá muito mais do que antes. Afinal, os juros do cartão de crédito são os mais altos do mercado.

Também evite utilizar o cheque especial. Lembre-se de que ele não é seu dinheiro, e os juros dessa facilidade bancária são bem altos. Caso realmente necessite de um empréstimo, procure uma financiadora e conheça as condições de pagamento.

3. Monitore seus ganhos

Tenha em mente quanto você realmente ganha por mês. Se você não tem um salário fixo ou é autônomo, coloque no papel quantos clientes você tem e quanto fatura, em média, por mês. Dessa forma, suas finanças ficam bem mais organizadas.

Tenha também o hábito de organizar as dívidas. Assim, você saberá quais devem ser pagas primeiro e as que podem ser deixadas para o final do mês.

4. Conheça seus gastos

Após fazer a planilha com seus gastos fixos, conheça também seus gastos variáveis, como baladas, barzinhos, gastos com médicos etc. Coloque no papel não só os supérfluos, mas também os gastos necessários que não aparecem todos os meses.

Também lembre-se dos gastos emergenciais. Por exemplo, precisou urgentemente trocar o celular? Coloque esse gasto na planilha! Mesmo que você parcele o valor no cartão, considere essa dívida como um gasto fixo, enquanto durarem as parcelas. Perceba: é para parcelar o valor total sem juros, não a fatura!

5. Prefira compras à vista

As compras no dinheiro permitem que você tenha um controle maior sobre os seus gastos. Afinal, se você não tem como pagar, não compra. No entanto, a facilidade do cartão de crédito faz com que compras no dinheiro acabem sendo desprezadas pelos consumidores. Dessa forma, as faturas aumentam cada vez mais e as dívidas também.

Por isso, opte pelas aquisições à vista e pesquise os preços antes de comprar. Essas práticas simples ajudam bastante a economizar todo mês, principalmente em algumas despesas, como as compras no supermercado. Além disso, muitas compras à vista costumam ter porcentagens de descontos: sempre dê uma conferida nesse ponto!

6. Aprenda a investir

Outra forma de melhorar a gestão de gastos pessoais é aprender a investir. Economize um pouco a cada mês e coloque seu dinheiro para render. Poupanças, por exemplo, por renderem menos, são consideradas fundos de emergência.

No entanto, outros investimentos a longo prazo, como CDB e Tesouro Direto, podem render até o dobro no período de alguns anos. O CDB, ou Certificado de Depósito Bancário, é um título de renda fixa fornecido pelos bancos para financiar as suas atividades. Ou seja, é como se você emprestasse dinheiro ao banco e ele devolvesse o valor com juros.

Já o Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional Brasileiro, para que pessoas físicas consigam comprar títulos públicos federais. Nesse caso, você empresta dinheiro para o governo e ele também devolve o montante com juros.

Como você viu, não é difícil organizar sua gestão de finanças pessoais. Com um pouco de disciplina e organização, você transforma a sua educação financeira em planilhas. Caso ainda não tenha muita confiança, diversas consultorias e cursos online podem ajudá-lo com isso!

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