erros financeiros

Quais são os 6 erros financeiros mais comuns e como evitá-los?

Levante a mão quem nunca cometeu erros financeiros. Colocamos no plural, pois, por mais estáveis que as suas finanças estejam, é possível que você pise em falso em algum momento — fazendo um investimento errado, gastando mais do que o seu salário, entre outras coisas.

Mesmo com atitudes comuns de qualquer pessoa que tem uma vida financeira consolidada, você precisa tomar cuidado. Afinal, dinheiro é assunto sério e saber como controlá-lo é a melhor forma de ter uma relação saudável com os seus rendimentos.

Por isso, vamos mostrar os erros financeiros mais comuns e como evitá-los. Entenda!

Quais são os principais erros financeiros?

Nesta lista, colocamos as atitudes que promovem uma vida financeira pouco saudável. São comportamentos que refletem em curto prazo na vida de uma pessoa, mas também causam estragos ao longo do tempo. Sendo assim, é muito importante conhecê-los e saber o que fazer para evitá-los.

1. Não fazer o controle financeiro

Você sabe quais são os seus gastos fixos? Tem ideia dos custos supérfluos que gera a cada mês? Não? Pois é, essas são questões respondidas facilmente por quem realiza um bom controle financeiro. A administração das finanças é a porta de entrada para ter mais segurança quanto às suas despesas e os seus rendimentos.

Por isso, antes de mais nada, você deve começar a anotar para onde o seu dinheiro vai. Categorize para ficar mais organizado, separando por periodicidade: aqueles que são fixos todos os meses, os que acontecem de vez em quando (variáveis) e até os que ocorrem uma vez só.

Esse será o primeiro passo para começar a controlar as suas finanças. Afinal, você precisa saber como é que gasta antes de fazer os ajustes necessários.

2. Não separar as contas de pessoa física e pessoa jurídica

Essa é a mais específica para aqueles que são donos de uma empresa, ou seja, pessoas jurídicas. Dependendo do tamanho do seu empreendimento, não é incomum utilizar a sua conta pessoal para resolver os assuntos do seu negócio.

O grande problema desse comportamento é que há chances de confusão em relação ao que você recebe pelo seu trabalho e àquilo que é da empresa. Por exemplo, o empresário pode usar uma parte que seria destinada a investimentos no negócio para pagar a conta de luz da residência.

Por isso, o nosso alerta nesse caso é: se você tem uma empresa, procure manter duas contas. Uma para você e seus assuntos pessoais e outra destinada ao empreendimento. Dessa forma, poderá fazer um melhor controle financeiro pessoal do que recebe e não acabará gastando o que é do negócio.

3. Não criar uma reserva de emergência

Infelizmente, não guardar dinheiro todo o mês é uma atitude bastante comum. O problema é que, ao ter esse hábito, você não estará preparado financeiramente para qualquer tipo de imprevisto que possa ocorrer.

Afinal, por mais que tenha um emprego que garanta um salário todo mês, não estará livre de situações inesperadas. De repente, você pode perder o cargo ou até lidar com um problema de saúde sem que tenha condições de arcar com as despesas médicas.

Seja qual for a situação, é importante estar seguro perante esses imprevistos. Procure reservar, todo mês, uma quantia específica. Estabeleça um mínimo (10% do seu salário, por exemplo) e, à medida que for sobrando, guarde o montante. O ideal é juntar, pelo menos, seis meses do seu salário.

4. Usar o cartão de crédito indiscriminadamente

De fato, o cartão de crédito é uma forma bastante prática de gastar. Primeiro, pela facilidade de acesso, já que todos os bancos fornecem esse recurso. Segundo, pela disponibilidade de dinheiro que não pertence ao usuário. Logo, as chances de usá-lo em diversas compras são grandes, ainda mais quando o limite é maior que o próprio salário.

Apesar de todas as facilidades, na hora de arcar com as despesas a situação pode ficar bastante complicada. Caso não consiga pagar, você entra nos juros do rotativo, além de ficar com uma grande dívida e com o nome sujo.

Sendo assim, tenha em mente que o cartão é apenas para uso emergencial, salvo a necessidade de comprar alguma coisa de grande valor. Entretanto, é fundamental sempre controlar ao máximo o seu uso.

5. Não se planejar em longo prazo

O planejamento é uma prática importante para saber lidar com as finanças, já que permite atingir os seus objetivos com facilidade. Quando falamos de dinheiro, até mesmo para aumentá-lo em sua vida, é necessário ter organização.

Em vista disso, tenha foco na hora de gastar o que recebe. Além de guardar um montante para a sua reserva, invista uma parte para o longo prazo. Investimentos são uma boa forma de cuidar ou aumentar o seu patrimônio, sem contar que também garantem uma aposentadoria segura.

6. Atrasar as contas para pagar

Se você não controla para onde vai o seu dinheiro, as chances de deixar as contas para pagar são grandes. O resultado é que ficará inadimplente e com o nome sujo, o que impedirá você de obter mais crédito pessoal, de conseguir fazer empréstimos, entre outras coisas.

Logo, a melhor estratégia é evitar ao máximo o atraso das suas contas, principalmente as fixas. Procure colocá-las como prioridade e, no começo do mês, separe o montante específico para fazer o pagamento dessas despesas.

Você acompanhou alguns dos erros financeiros mais comuns. Esses comportamentos parecem não prejudicar as finanças, mas causam bastante dor de cabeça em médio e longo prazo, inclusive, colocando o consumidor em situação de inadimplência.

Por isso, é fundamental conhecer bem os seus gastos, controlar o uso do cartão e ter um bom planejamento. Dessa forma, você conseguirá ter uma vida financeira mais saudável e poderá realizar os seus planos com segurança.

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